Ah, se você pudesse sentir…

“Eu queria ter te contado antes, mas sempre senti como se não devesse… Como se não devesse te contar como me sinto a cada vez que vez que te vejo, a cada abraço, a cada oi e a cada risada. Como se eu não devesse te contar isso porque eu sei que uma hora ou outra eu vou te perder ou você vai me esquecer como os outros que diziam me amar fizeram; então eu sinto muito. Sinto muito por ter sido uma amiga terrível, ter me afastado quando você achou um jeito de ser feliz e eu fiquei aqui, imaginando como seria ser feliz ao seu lado. Sinto muito também pelas brigas, e pelas coisas que te disse. Sinto muito, e por sentir muito que tenho me afastado, é por sentir muito que tive medo de te dizer o quanto te amei, cada pensamento meu em você, cada sonho que tive com você. Sinto muito por ter sito tão idiota a ponto de deixar você ir. E agora o que fica são lembranças, você foi um pedaço bonito, mas estou te deixando ir… É apego, é posse, é saudade. É amor, um amor que não posso chamar de meu.”-Laura Maldonado

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